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Muito acontece quando o celebrante não precisa ocupar o lugar de autoridade.

O casal caminha para sua cerimônia não buscando validação ou chancela de um terceiro, mas conexão. Sem as amarras de hierarquias ou de protocolos meramente burocráticos, abre-se espaço para sejamos todos conduzidos pela lei mais soberana que existe em um rito de passagem: 

A LEI DO SENTIR.

e é esse sentir que nos faz entender algo importante e bonito:

nada casa duas pessoas com mais força que a própria trajetória.

meu trabalho então é o de conduzir cerimônias que conectam pessoas com a força de seus encontros, de seus afetos e seus cotidianos.

manifesto — mar vivências

aqui você entende o que o meu trabalho e o meu olhar se propõem a alcançar.

marflix

oi!

minha jornada como celebrante começou em 2014. eu estava exatamente aí no lugar de vocês, decidindo como seria a minha cerimônia de casamento. naquela época não havia ninguém disposto a entender e abraçar a trajetória que havíamos percorrido. tudo soava genérico e eu buscava desesperadamente por algo único. meu. que falasse bem próximo aos meus valores mais sagrados. já que essa pessoa não existia, por que não me tornar ela? dez anos e 400 casais depois, aqui estou!

me tornei a celebrante que nunca tive. 

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@marvivencias